quinta-feira, fevereiro 03, 2011

The world we live in

Depois de ler o título deste post, facilmente se apercebem que vou falar dos malefícios de um dos mais célebres jogos online, o FARMVILLE. Confesso que também sou um "agricultor" nas horas vagas mas, não tão aficionado quanto Alexandra Tobias. Não sabem quem é? Que vergonha! Ora bem! Esta jovem de 22 aninhos para além de ter uma grave perturbação mental (digo eu com os nervos) também ERA mãe de um bebé. Digo era, porque a jovem entre um ou outro cigarro, sacudiu o seu filho até à morte apenas porque a criança chorava e não deixava a sua progenitora concentrar-se na árdua tarefa de cultivar morangos, ordenhar bovinos e ir à apanha da maçã...... online. Este ser irracional, e não estou a falar de nenhum dos animais da quinta, foi condenado a 50 anos de prisão.


Importa referir que isto se passou nos E.U.A.

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Servir o Estado ou servir-se do Estado?


Numa altura em que se fala tanto em cortes salariais é normal que a revolta das pessoas se faça sentir com maior vigor. Mais revoltados ficam (fico) quando têm conhecimento de situações como as que vêm agora a público numa reportagem da TVI. Vejam e reparem porque é que é o Zé Povinho sempre a pagar a factura. Os ricos roubam o Estado e ficam ainda mais ricos, o Estado sabe que é roubado e nada faz e a Policia Judiciária é chamada para intervir e nada faz apenas porque não quer.

quarta-feira, janeiro 26, 2011

"Encerramento" de Escolas Particulares


Confesso que não estou muito por dentro deste assunto, mas pelo que vou ouvindo e vendo nos noticiários, existe algo que não me cheira lá muito bem. Parece que devido a uma nova portaria da tutela que determina que o apoio a escolas particulares com contrato de associação seja de 80.080.000 euros por ano e por turma, uma verba inferior em cerca de dez mil euros ao reclamado pela Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP), estas escolas não têm condições para continuarem a funcionar. Começo a pensar quantas serão as escolas publicas que têm este tipo de financiamento por ano e por turma. Na minha escola, foi-nos pedido para que tivéssemos cuidado com o número de fotocopias que tiramos porque as SREC não tem "papel" para todos. Se, na minha escola recebêssemos 80.080.000 euros por ano por turma, teríamos um orçamento anual de 1121.12.000 euros. Todos os nossos problemas de infiltrações e falta de pessoal e de espaço físico ficariam resolvidos.
É certo que a excepção não faz a regra, mas todos sabemos que a equitação, a construção de piscinas, o golf, o tenis e outras mordomias existentes nas escolas privadas, são quase sempre financiadas pelos contribuintes. Assim, pelos erros de algumas escolas elitistas, pagam as outras. Os encarregados de educação destes alunos, que ontem e hoje se manifestam contra estas medidas, têm boa solução: coloquem os vossos educandos em escolas públicas. O ensino é tão bom ou melhor do que nas escolas privadas mas, em contrapartida, terão de se misturar com a populaça.
Se querem que os seus filhos frequentem estas escolas, então paguem a sua educação na totalidade.

P.S - Coloco aqui uma opinião de um leitor do jornal SOL, só para que todos tenham a noção da opinião da maioria dos encarregados de educação das crianças que frequentam estas escolas:


" É no que dá viver num país de parasitas esquerdistas aliado ao facto da hipocrisia por cá ser gigantesca. Um euro no sector privado é muito melhor aproveitado que 5 no sector público da parasitagem! Ainda bem que os imbecis da função pública estão com dor de corno pelos cortes nos seus vencimentos, mesmo como seja o daquela professora que ganhava 1900 euros por mês!"

In Sol - quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

sábado, agosto 07, 2010

Viva (a justiça em) Portugal!

Segundo o Correio da Manhã do dia 06 de Agosto de 2010, mais de meia centena dos 700 reclusos do Estabelecimento Prisional de Sintra recusaram NOVAMENTE o almoço servido no dia 05 do mesmo mês, reivindicando, entre outras EXIGÊNCIAS, o acesso a consolas PlayStation.
Vamos lá ver se eu percebi bem o que li! Certos elementos da sociedade que se encontram em reclusão por terem cometido crimes contra a sociedade de que fazem parte, EXIGEM agora, entre outras coisas, acesso a consolas.
  • Ponto 1: A partir do momento em que se tornam reclusos perdem o direito de exigir seja o que for;
  • Ponto 2: Se estão presos, perdem o direito a determinadas regalias.
P.S: Os reclusos já têm TV com Sportv nas celas por uma quantia simbólica, por isso, não me admira que venham a ter acesso às ditas consolas. Viva Portugal!


No mesmo jornal, um outro artigo fala-nos do processo Casa Pia e do novo adiamento da leitura do acórdão. Já todos sabemos onde é que isto vai dar. Todos os arguidos serão ilibados e as crianças violadas (hoje adultos transtornados) não terão direito a indemnizações. Tudo está bem quando acaba bem!
Nada disto me faz rir, muito pelo contrário. Irrita-me e enoja-me toda esta situação.
Um dos arguidos, que parece estar apenas à espera de ouvir da boca do juiz a palavra "Inocente", apareceu me tribunal bronzeado e com hora e meia de atraso.
Agora sim, isto faz-me rir às bandeiras despregadas.
Temos de colocar estes sujeitos na linha!
Já cantava o Jorge Palma: "Ai Portugal, Portugal, de que é que estás à espera?":

segunda-feira, maio 10, 2010

Sport Lisboa e Benfica - Campeão Nacional 2010


terça-feira, março 02, 2010

E agora Madeira?

Não sou filho desta pérola mas senti e senti esta catástrofe como se aqui tivesse nascido.

Ao ver aquelas imagens dantescas na televisão não queria acreditar no sucedido. Parecia estar a decorrer num outro país.

Sinto, por isso, um aperto no coração sempre quer vejo o estado em que se encontra (encontrava) a baixa do Funchal, uma zona de uma beleza incomparável onde se assistem aos mais belos pores-do-sol.

Choca-me ver que há pessoas que apenas estão preocupadas em tentar descobrir de quem é a culpa do sucedido.

Não é necessário ser detentor de um curso de engenharia civil para se saber que não se devem efectuar construções no leito das ribeiras.

Mas o mais importante neste momento é recuperar da tragédia, colocar tudo a funcionar dentro da normalidade sem nunca esquecer o que aconteceu. Devemos manter presente nas nossas cabeças esta catástrofe para que erros anteriores não sejam novamente cometidos.

De que servem Cimeiras como a de Copenhaga se os valores económico-financeiros falam sempre mais alto? Será que a tragédia no Haiti, a catástrofe na Ilha da Madeira e o terrível sismo no Chile servem de atestado de incompetência a todos os líderes mundiais?

O que mais falta acontecer para que se apercebam que precisamos de fazer mudanças para que a Natureza não nos destrua do mesmo modo que nós a andamos a destruir?


Deliciem-se


Funchal


Piscinas naturais de Porto Moniz


Seixal


Costa Norte


Faial / Costa norte


sábado, janeiro 30, 2010

Nada é como antigamente!

PSP procurou estupefacientes na Escola Secundária de Viriato

A PSP de Viseu realizou ontem uma acção de fiscalização na Escola Secundária de Viriato, com vista ao combate do consumo e tráfico de estupefacientes. A "rusga" foi solicitada pelo presidente da Direcção do estabelecimento de ensino, depois de ter recolhido ao longo das últimas semanasinformações sobre a possibilidade de haver negócios ilícitos tanto no exterior como no interior do recinto escolarA Escola Secundária de Viriato foi ontem alvo de uma acção inédita da Polícia de Segurança Pública de Viseu. Pela primeira vez, a Direcção abriu as portas aos agentes para que estes levassem a cabo uma acção de fiscalização naquele estabelecimento de ensino. Ao longo de toda a manhã, mais de duas dezenas de elementos pertencentes às esquadras de Investigação Criminal e de Intervenção e Fiscalização Criminal da PSP de Viseu percorreram, com o apoio de uma Equipa Cinotécnica solicitada ao Comando de Coimbra, a maioria dos edifícios que compõem a escola, além do pavilhão desportivo, à procura de estupefacientes.Porém, a primeira busca realizou-se ainda no exterior da Viriato, mais concretamente, no parque de estacionamento localizado junto à entrada principal da escola, onde foi abordado um aluno, de 18 anos, que estava na posse de um rolo de dezenas de notas de 10 e 20 euros, cujo valor total era de mil euros, o que foi considerado muito suspeito, tendo sido também realizadas buscas à viatura dele.BuscasDe seguida os agentes entraram, sempre acompanhados pelo presidente da Direcção, Carlos Alberto Oliveira, no recinto escolar e realizaram, ao longo de cerca de três horas, buscas em diversos locais.A acção da PSP resultou na apreensão de várias doses de haxixe - uma aluna foi apanhada a fumar haxixe na casa-de-banho - e na identificação de seis estudantes, com idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos, tendo sido notificados para comparecerem no Centro para a Dissuasão da Toxic0dependência de Viseu.SuspeitasCarlos Alberto Oliveira mostrou-se muito satisfeito com a acção levada a cabo pela Polícia de Segurança Pública, revelando ao nosso Jornal que a iniciativa partiu da escola, que solicitou a intervenção dos agentes no estabelecimento de ensino, depois de ter recebido informações de que havia tráfico de estupefaciente não só no exterior do recinto da escola, mas também no interior. "Temos um vigilante que diariamente nos faz um relatório daquilo que vê", contou.O responsável explicou ainda que, na escola, ele era o único que sabia o que ia acontecer. "O segredo é a alma do negócio e por essa razão mais ninguém estava a par desta acção", adiantou, acrescentando que, nem os colegas da direcção sabiam.SurpresaTanto nos rostos dos alunos como nos dos professores e funcionários era possível verificar que a surpresa foi grande. Todos estranharam a presença da PSP na escola e alguns docentes foram tirar dúvidas ao presidente da Direcção sobre o que estava a acontecer, acabando por lhe dar os parabéns pela iniciativa. Carlos Alberto Oliveira disse ainda que aquele tipo de acção é para repetir o mais depressa possível. Também a PSP mostrou-se disponível para regressar à Escola Secundária Viriato, não colocando de parte a hipótese de realizar aquele tipo de acções noutros estabelecimentos de ensino da cidade.